"O Presidente decidiu lançar fogo à tenda, onde já ninguém se entendia. Cavaco tinha e tem o direito e o dever de lembrar aos principais partidos políticos que há coisas inegociáveis, como o destino europeu do país sufragado em todas a eleições, do qual PCP e BE se auto-excluíram. (...) Transformar isto tudo numa bomba sem retardador, que apenas serviu para agudizar as divergências e as frustrações, era tudo aquilo que não se esperava de um Presidente em fim de mandato, que conseguiu a proeza de ser o mais impopular da democracia."
In Público
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