"Vieram-me à memória os anos 80. Cavaco, por aquele então, entretinha-se a atapetar o país com betão, mandando construir estradas, estradinhas e estradetas, que nos levam de lugar nenhum em direcção a nenhures. Nem vale a pena referir os resultados. Estão à vista de todos."
In Dica
segunda-feira, 11 de julho de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Ferreira Fernandes, 29-12-2015
"Há dez candidatos para Belém e qualquer deles, comparativamente, é para melhor, mesmo com aqueles seis ou sete de quem não nos lembramos do nome."
In Diário de Notícias
In Diário de Notícias
Tiago Barbosa Ribeiro, 17-11-2015
"Isto não é um Presidente, é um gangster."
In Twiter, citado pelo jornal Sol de 20-11-2015
In Twiter, citado pelo jornal Sol de 20-11-2015
terça-feira, 12 de abril de 2016
Manuel Loff, 25-10-2015
"Crispado. Furioso. Cavaco comportou-se como um banal chefe de partido que, sem que a Constituição lho permita, quer abrir um precedente perigoso em qualquer democracia: barrar o caminho do poder à maioria dos representantes legítimos da vontade popular."
In Público
In Público
Teresa de Sousa, 25-10-2015
"O Presidente decidiu lançar fogo à tenda, onde já ninguém se entendia. Cavaco tinha e tem o direito e o dever de lembrar aos principais partidos políticos que há coisas inegociáveis, como o destino europeu do país sufragado em todas a eleições, do qual PCP e BE se auto-excluíram. (...) Transformar isto tudo numa bomba sem retardador, que apenas serviu para agudizar as divergências e as frustrações, era tudo aquilo que não se esperava de um Presidente em fim de mandato, que conseguiu a proeza de ser o mais impopular da democracia."
In Público
In Público
Manuel Carvalho, 25-10-2015
"Aníbal Cavaco Silva esteve a muito curta distância de um discurso capaz de pôr em causa o rumo da política portuguesa. (...) O problema é que Cavaco Silva é Cavaco Silva. (...) Deixou-se levar pelo ressentimento, essa mácula perene do seu perfil político. Afundou-se em ódios de estimação. Arrogou-se ao direito de estabelecer pela frágil luz das suas convicções quem pode e quem não pode ser poder em Portugal."
In Público
In Público
Jerónimo de Sousa, 25-10-2015
"Foi o pior discurso de um Presidente da República desde 1974. [O chefe de Estado assumiu] uma postura de arrogância, discriminatória, em que procura ser tutor do PSD, invoca argumentos inaceitáveis, como se fossem os mercados e as instituições estrangeiros que determinam o Governo de Portugal."
In Público
In Público
Editorial do Público, 25-10-2015
"Como Presidente da República deve ser o garante do regular funcionamento das instituições, mas o discurso de indigitação de Passos Coelho como primeiro-ministro compromete essa obrigação na medida em que recusa dar posse a um governo com maioria parlamentar por preconceito ideológico face ao BE e ao PCP. (...) Cavaco Silva comporta-se como um pirómano que ateia fogos incontroláveis."
In Público
In Público
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Clara Ferreira Alves, 02-04-2016
"E ficámos finalmente livres de Aníbal e. com sorte, dos seus elefantes. Passou. Acabou. Já se percebeu em pouco tempo que há outra maneira de fazer as coisas, menos provinciana, menos autoritária, menos irada. Ser poupada a esta gente nos telejornais é um benefício para a saúde mental."
In Revista E - A Revista do Expresso
segunda-feira, 21 de março de 2016
Pedro Santos Guerreiro, 12-03-2016
"Cavaco não pôde porque nada quis. Foi confessor da sua impotência e, nisso, despejou a República da Presidência."
In Expresso
In Expresso
Miguel Sousa Tavares, 12-03-2016
"Cavaco foi submisso ou inexistente lá fora e grandiloquentemente vazio cá dentro. Para a história ficará que, dez anos de presidência depois, deixou um país infinitamente pior do que aquele que recebeu."
In Expresso
In Expresso
Miguel Sousa Tavares, 12-03-2016
"Cavaco foi um entusiástico promotor da moeda única, e nisto, como em tudo o resto de essencial, a história encarregaar-se-ia de demonstrar a sua nula capacidade de visionar o futuro".
In Expresso
In Expresso
Henrique Raposo, 12-03-2016
"Nunca fui cavaquista. Há ali uma frieza aritmética que não agrada ao meu palato (...)."
In Expresso
In Expresso
Nicolau Santos, 12-03-2016
"Decididamente, respira-se um novo ar político em Portugal. (...) Essa tendência ficou agora reforçada com a saída de cena de Cavaco Silva (...)."
In Expresso
In Expresso
quinta-feira, 17 de março de 2016
Jerónimo de Sousa, 18-05-2015
"Um Presidente da República que nunca suportou a luta desses jovens estudantes, como a luta dos trabalhadores, não tem moral para vir dizer que é preciso olhar para os jovens porque eles não se interessam pela política."
In Diário de Notícias
In Diário de Notícias
segunda-feira, 7 de março de 2016
Miguel Sousa Tavares, 27-02-2016
"Conto, um a um, os dias que faltam para Cavaco se ir embora. E, até ao fim, ele faz o que pode para não deixar saudades."
In Expresso
In Expresso
domingo, 6 de março de 2016
Tomaz Albuquerque, 06-03-2016
"Cavaco Silva (...) veio a ser o pior Presidente da República que este país teve. Não houve pior. Nos seus últimos cinco anos, Cavaco Silva não defendeu, como devia, o nosso povo, defendeu, sim, o Governo do seu Companheiro do PSD, Dr. Passos."
In: Público
In: Público
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Bernardo Ferrão, 20-02-2016
"Que sai em baixo de Belém não é novidade, mas [Cavaco Silva] não precisava de sair tão por baixo. Esteve mal ao arrastar até ao último minuto a promulgação dos diplomas da adoção por casais gay e com as alterações da lei do aborto. O Presidente quis marcar o seu ponto, mas foi uma provocação desnecessária e ressabiada."
In: Expresso
In: Expresso
sábado, 23 de janeiro de 2016
Miguel Sousa Tavares, 16-01-2016
"(...) Aparentemente, o povo não concorda com a sua [de Marcelo Rebelo de Sousa] visão de um Presidente Zé Povinho - como demonstram as sondagens que dão conta da imensa impopularidade e desaprovação com que os portugueses se despedem de Cavaco Silva. (...) Parece que os portugueses acham que é possível e exigível fazer melhor e diferente do que Cavaco fez em Belém. Eu também acho.
(...)
Um Presidente da República que leve a sério e função de garante da independência nacional, a que a Constituição obriga, deve ser tudo aquilo que Cavaco Silva não foi".
In Expresso
(...)
Um Presidente da República que leve a sério e função de garante da independência nacional, a que a Constituição obriga, deve ser tudo aquilo que Cavaco Silva não foi".
In Expresso
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Arnaldo Matos, 07-10-2015
"É
manifesto que Cavaco se acha mentalmente incapacitado para exercer o
mandato de presidente da república até o fim. Cavaco deve, pois, ser
submetido de imediato a uma junta médica que, examinando o estado do seu
espírito, o declare psiquicamente impossibilitado para o exercício da
função presidencial (...)".
In http://www.lutapopularonline.org
In http://www.lutapopularonline.org
Francisco Seixas da Costa, 22-01-2016
"O desinteresse que se instalou na
opinião pública em torno da escolha do chefe do Estado tem vários
responsáveis e o principal chama-se Cavaco Silva. Foi-o pela forma como
se comportou no exercício do cargo (as sucessivas sondagens são
inequívocas), em particular neste segundo mandato e, muito em especial,
pela sua catastrófica gestão da agenda política em 2015".
In http://duas-ou-tres.blogspot.pt/
In http://duas-ou-tres.blogspot.pt/
António Sampaio da Nóvoa, 09-01-2016
"(...) Metade das pessoas que me abordam é para se indignarem contra o Presidente Cavaco Silva e, às vezes, em termos excessivos. Há uma sensação das pessoas de que não foram protegidas. Cavaco Silva não protegeu as pessoas."
In Expresso
In Expresso
Miguel Sousa Tavares, 08-01-2016
"A grande notícia destas presidenciais é a de que vamos finalmente ver-nos livres do casal Aníbal/Maria Cavavo Silva. Só isso merece uma celebração (...)"
In Expresso
In Expresso
José Carlos Vasconcelos, 14-01-2016
"Aconteça o que acontecer, Portugal ficará melhor sem Cavaco Silva na Presidência."
In Visão
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