segunda-feira, 11 de julho de 2016

Amado Estriga, 30-07-2015

"Vieram-me à memória os anos 80. Cavaco, por aquele então, entretinha-se a atapetar o país com betão, mandando construir estradas, estradinhas e estradetas, que nos levam de lugar nenhum em direcção a nenhures. Nem vale a pena referir os resultados. Estão à vista de todos."

In Dica

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ferreira Fernandes, 29-12-2015

"Há dez candidatos para Belém e qualquer deles, comparativamente, é para melhor, mesmo com aqueles seis ou sete de quem não nos lembramos do nome."

In Diário de Notícias

Tiago Barbosa Ribeiro, 17-11-2015

"Isto não é um Presidente, é um gangster."

In Twiter, citado pelo jornal Sol de 20-11-2015

terça-feira, 12 de abril de 2016

Manuel Loff, 25-10-2015

"Crispado. Furioso. Cavaco comportou-se como um banal chefe de partido que, sem que a Constituição lho permita, quer abrir um precedente perigoso em qualquer democracia: barrar o caminho do poder à maioria dos representantes legítimos da vontade popular."

In Público

Teresa de Sousa, 25-10-2015

"O Presidente decidiu lançar fogo à tenda, onde já ninguém se entendia. Cavaco tinha e tem o direito e o dever de lembrar aos principais partidos políticos que há coisas inegociáveis, como o destino europeu do país sufragado em todas a eleições, do qual PCP e BE se auto-excluíram. (...) Transformar isto tudo numa bomba sem retardador, que apenas serviu para agudizar as divergências e as frustrações, era tudo aquilo que não se esperava de um Presidente em fim de mandato, que conseguiu a proeza de ser o mais impopular da democracia."

In Público

Manuel Carvalho, 25-10-2015

"Aníbal Cavaco Silva esteve a muito curta distância de um discurso capaz de pôr em causa o rumo da política portuguesa. (...) O problema é que Cavaco Silva é Cavaco Silva. (...) Deixou-se levar pelo ressentimento, essa mácula perene do seu perfil político. Afundou-se em ódios de estimação. Arrogou-se ao direito de estabelecer pela frágil luz das suas convicções quem pode e quem não pode ser poder em Portugal."

In Público

Jerónimo de Sousa, 25-10-2015

"Foi o pior discurso de um Presidente da República desde 1974. [O chefe de Estado assumiu] uma postura de arrogância, discriminatória, em que procura ser tutor do PSD, invoca argumentos inaceitáveis, como se fossem os mercados e as instituições estrangeiros que determinam o Governo de Portugal."

In Público