quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ferreira Fernandes, 29-12-2015

"Há dez candidatos para Belém e qualquer deles, comparativamente, é para melhor, mesmo com aqueles seis ou sete de quem não nos lembramos do nome."

In Diário de Notícias

Tiago Barbosa Ribeiro, 17-11-2015

"Isto não é um Presidente, é um gangster."

In Twiter, citado pelo jornal Sol de 20-11-2015

terça-feira, 12 de abril de 2016

Manuel Loff, 25-10-2015

"Crispado. Furioso. Cavaco comportou-se como um banal chefe de partido que, sem que a Constituição lho permita, quer abrir um precedente perigoso em qualquer democracia: barrar o caminho do poder à maioria dos representantes legítimos da vontade popular."

In Público

Teresa de Sousa, 25-10-2015

"O Presidente decidiu lançar fogo à tenda, onde já ninguém se entendia. Cavaco tinha e tem o direito e o dever de lembrar aos principais partidos políticos que há coisas inegociáveis, como o destino europeu do país sufragado em todas a eleições, do qual PCP e BE se auto-excluíram. (...) Transformar isto tudo numa bomba sem retardador, que apenas serviu para agudizar as divergências e as frustrações, era tudo aquilo que não se esperava de um Presidente em fim de mandato, que conseguiu a proeza de ser o mais impopular da democracia."

In Público

Manuel Carvalho, 25-10-2015

"Aníbal Cavaco Silva esteve a muito curta distância de um discurso capaz de pôr em causa o rumo da política portuguesa. (...) O problema é que Cavaco Silva é Cavaco Silva. (...) Deixou-se levar pelo ressentimento, essa mácula perene do seu perfil político. Afundou-se em ódios de estimação. Arrogou-se ao direito de estabelecer pela frágil luz das suas convicções quem pode e quem não pode ser poder em Portugal."

In Público

Jerónimo de Sousa, 25-10-2015

"Foi o pior discurso de um Presidente da República desde 1974. [O chefe de Estado assumiu] uma postura de arrogância, discriminatória, em que procura ser tutor do PSD, invoca argumentos inaceitáveis, como se fossem os mercados e as instituições estrangeiros que determinam o Governo de Portugal."

In Público

Editorial do Público, 25-10-2015

"Como Presidente da República deve ser o garante do regular funcionamento das instituições, mas o discurso de indigitação de Passos Coelho como primeiro-ministro compromete essa obrigação na medida em que recusa dar posse a um governo com maioria parlamentar por preconceito ideológico face ao BE e ao PCP. (...) Cavaco Silva comporta-se como um pirómano que ateia fogos incontroláveis."

In Público

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Clara Ferreira Alves, 02-04-2016

"E ficámos finalmente livres de Aníbal e. com sorte, dos seus elefantes. Passou. Acabou. Já se percebeu em pouco tempo que há outra maneira de fazer as coisas, menos provinciana, menos autoritária, menos irada. Ser poupada a esta gente nos telejornais é um benefício para a saúde mental."

In Revista E - A Revista do Expresso