"Como Presidente da República deve ser o garante do regular funcionamento das instituições, mas o discurso de indigitação de Passos Coelho como primeiro-ministro compromete essa obrigação na medida em que recusa dar posse a um governo com maioria parlamentar por preconceito ideológico face ao BE e ao PCP. (...) Cavaco Silva comporta-se como um pirómano que ateia fogos incontroláveis."
In Público
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